O gênero
comédia já não existe mais, e há quem argumente que nunca existiu. O que temos
hoje na verdade são diversas subdivisões desse tipo de filme, como as comédias
de ação, comédias adultas, dramédias (comédias dramáticas) e agora, com a vinda
de Amor A Toda Prova (Crazy, Stupid,
Love), mais um desses novos gêneros ganha fôlego: a dramédia romântica.Um Blog sobre cultura, nerdices e todas as outras coisas que fazem a vida ser mais fácil
domingo, 4 de setembro de 2011
Análise: Amor A Toda Prova
O gênero
comédia já não existe mais, e há quem argumente que nunca existiu. O que temos
hoje na verdade são diversas subdivisões desse tipo de filme, como as comédias
de ação, comédias adultas, dramédias (comédias dramáticas) e agora, com a vinda
de Amor A Toda Prova (Crazy, Stupid,
Love), mais um desses novos gêneros ganha fôlego: a dramédia romântica.quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Análise: O Rei Leão 3D

Desde aquelas primeiras notas gritadas em uma língua estranha dando o tom ao nascer do sol nos primeiros segundos do filme percebemos que os 17 anos que separam a primeira exibição desse filme até hoje, o impacto de uma das aberturas e uma das músicas mais icônicas do cinema não enfraqueceu absolutamente nada.
Afinal, a mistura de uma das melhores histórias de todos os filmes infantis, uma das melhores trilhas sonoras de todos os filmes (sem especificação) e personagens memoráveis e cativantes desde o primeiro momento nunca perderá a força. Muito pelo contrário. Depois de tanto tempo sem contato parece que o filme melhorou.
É com esse amadurecimento que aproveitamos ainda mais uma das melhores obras da Disney. Seja entendendo melhor algumas piadas e referências (quem lembrava que as hienas comandadas por Scar marchavam como nazistas?), seja realmente absorvendo os ensinamentos de Mufasa, um dos melhores pais do cinema, para seu filho Simba (aquele cena sempre foi emocionante daquele jeito?)

Com isso em vista não sei se seria um filme ideal para as crianças de hoje em dia, talvez seja um pouco violento em demasia para nossa sociedade atual super protetora baseada principalmente em Backyardigans e outros desenhos inofensivos do Discovery Kids. Mas é fato que todos os adultos devem as suas crianças internas um retorno ao mágico reino de Pedra Do Rei.
É claro que nada nesse mundo é perfeito, o 3D, embora realmente convincente em algumas cenas onde as coisas flutuavam, mal fazia diferença nas cenas mais importantes. E a escolha de mostrar apenas na versão dublada (pelo menos aqui em João Pessoa) é errônea já que, nesse caso extraordinário, o maior público são os adultos. Mas todos esses defeitos são mais que compensados com a oportunidade de ver o filme que mais marcou nossas infâncias em belíssima Alta Definição e completamente remasterizado.

2011 está sendo um ano fraco em animação, e talvez isso seja alguma forma involuntária de reverência à aparição do rei das animações. Não sei se isso é bom ou ruim, mas o filme mais emocionante desse ano, na verdade veio de 1994.
Veredito
Assistir O Rei Leão em 3D foi uma experiência emocionante e gratificante que ninguém deveria perder.
domingo, 28 de agosto de 2011
Análise: Planeta Dos Macacos A Origem

Planeta Dos Macacos A Origem foi um filme que não chamou muita atenção quando recebeu a luz verde e que aos poucos, a cada vídeo que saia, foi animando o público, e acabou como um dos grandes filmes do ano. Ninguém sabia que a história da origem do primeiro macaco super inteligente que acabaria mudando a história do planeta poderia ser tão interessante.
Durante o filme vemos toda a vida de César,desde sua infância e seu relacionamento com os personagens de James Franco (127 Horas) e John Lithgow (Dexter) até sua ascensão ao posto de líder da revolução dos símios.
Não só a inteligência e motivações do símio vão mudando e evoluindo ao decorrer de sua vida, como também nossa reação ao mesmo. Na primeira parte do filme, onde vemos sua criação em um lar humano e toda sua ingenuidade de criança, nós ficamos literalmente apaixonados pelo jovem césar e nos divertimos muito vendo sua peripécias.
Conforme ele vai crescendo e ganhado forma e força, ele é obrigado a sair da casa dos “pais” e vai para um lar, onde é maltratado. Nesse momento sentimos empatia, entendemos sua dor e sentimos pena, por alguns minutos é até possível torcer pelo fim da humanidade e supremacia dos macacos.

Então ele decide começar sua revolução. E quando vemos como ele entende a violência da sociedade em que é forçado a viver e começa a subir nos ranks entre os macacos e planejar a sua fuga, toda a nosso amor muda, e sentimos medo. Medo de suas feições que vão ficando cada vez mais sinistras e mostrando emoções sempre mais complexas. Medo do que ele pode, e irá, fazer.
Toda a fantástica história é muito bem reforçada pela tecnologia por trás dos macacos. Andy Serkis (O Senhor Dos Anéis), um dos atores mais especializados em captura de movimentos empresta os seus gestos e expressões ao macaco e tudo é muito bem refeito em imagens computadorizadas muito realistas. Quando lembrei que aqueles animais eram, na verdade, pessoas em trajes especiais percebi como o resultado é literalmente assustador.

Planeta Dos Macacos A Origem é um presente pra quem quer um bom filme de ação, pra quem quer uma boa história, ou pra quem é fã da série (e pra esses tem várias referências divertidas de presente). É a 20th Century Fox, considerada uma das maiores culpadas pela imbecilização dos blockbusters, mostrando que aprendeu a lição.
A única dúvida que resta ao final do filme é se a academia do oscar está moderna o suficiente para reconhecer, com uma indicação à melhor ator, um ótimo trabalho de captura de movimentos.
Veredito:
Assistir a ascenção do chimpazé César foi umas das coisas mais impressionantes que vi no cinema esse ano e não tenho medo de dizer isso.
domingo, 21 de agosto de 2011
Análise: Lanterna Verde
Lanterna Verde (Green Lantern, 2011) esse ano foi sem dúvida um dos filmes com alto nível de expectativa mais escrachados pela crítica e público. Foi tido por muitos como uma das piores adaptações da era moderna de grandes personagens dos quadrinhos, e a reação dos fãs pode ser vista na péssima arrecadação nos cinemas americanos.
Tudo isso fez com que minhas expectativas, que ficaram muito altas depois do vídeo mostrado na feira nerd WonderCon, fossem mais uma vez rebaixadas. Por isso, cheguei no cinema com uma estranha sensação de amor e ódio. Um lado sabia que seria uma péssima experiência baseado no que aparentemente todo mundo vem achando (a média do filme no Metacritc é 39 de 100), e outro lado ainda esperava que algo bom sairia dali.
Sentei no cinema e quando o filme começou me encontrei tensamente esperando chegar a parte ruim. Imagine a minha surpresa quando as luzes acenderam e ela não apareceu.
O filme, claro, está longe de ser perfeito. Podemos perceber que a edição foi terminada as pressas e o roteiro poderia ser melhor. Mas todas as falhas e o mal desenvolvimento de alguns personagens estão longe de serem os erros fatais que algumas pessoas disseram.

Ryan Reynolds (Enterrado Vivo) como Hal Jordan foi uma boa escolha, e Peter Sarsgaard (Soldado Anônimo) está ótimo como o vilão Hector Hammond, que deveria ser o único do filme. Quanto aos outros membros da tropa dos lanternas, Geoffrey Rush (O Discurso Do Rei) e Michael Clarke Duncan (À Espera De Um Milagre) fazem um bom trabalho e se encaixam como uma luva em seus personagens. Pena que só ouvimos suas vozes e muito pouco. Mark Strong (Sherlock Holmes) como Sinestro está beirando a perfeição, como é comum com o ator, mais um que podia ter aparecido bem mais. Só Blake Lively (Gossip Girl) como Carol Ferris pareceu uma escolha duvidosa, mas nada de mais.
Outra coisa que tenho que falar são os efeitos especiais. Pode-se reclamar do que quiser no filme, mas os efeitos especiais estão maravilhosos, de longe os melhores do ano e sem dúvida figurando entre os melhores dos últimos tempos. O plano de Hal Jordan com o sol como fundo é simplesmente lindo.

Talvez por causa dos ótimos efeitos o planeta de Oa, central da tropa, e todas as outras cenas que mostram o nicho mais extraplanetário da trama estão bem melhores que as partes que se passam na terra. O que deixa lugar para expectativas para as continuações, que com certeza, investirão mais nessa parte.
Lanterna Verde pode não ser um dos melhores filmes de super-herói da nossa geração. Mas não deixa de ser um filme bom. Não percam as esperanças pois as continuações com certeza serão bem melhores e a série tem muito potencial. Afinal, nos quadrinhos, Lanterna Verde está entre os melhores.
Veredito:
Pareço estar sozinho nessa, mas gostei do filme, e muito.
sábado, 20 de agosto de 2011
Análise: Professora Sem Classe
Dito isso, Professora Sem Classe (Bad Teacher, 2011) pode não ser original, mesmo sua temática mais adulta se perde dentre todas as outras comédias do ano, mas consegue tudo o que as comédias almejam: fazer rir.
Aqui, Cameron Diaz, que está chegando perto das quatro décadas de existência mas tem ainda muito oferecer (como faz questão de mostrar na cena do lava-jato), faz a professora Elizabeth Halsey, tudo o que uma educadora não deveria ser. Em busca de um marido rico que pague sem reclamar pela vida que ela acha que merece, ela culpa seu fracasso nos seus peitos de tamanho médio e busca, de toda forma possível, os caros implantes de silicone.
O elenco de apoio é simplesmente incrível. Jason Segel, da famosa série How I Met Your Mother, faz o professor de ginástica apaixonado por Elizabeth. E temos várias participações, mesmo que pequenas, de rostos conhecidos da televisão, propagandas e outros lugares. Destaque para John Michael Higgins, coadjuvante de luxo de diversas sitcoms como o diretor do colégio, Jerry Lambert, o ótimo garoto propaganda do Playstation e Eric Stonestreet, em um papel completamente oposto àquele que o fez famoso em Modern Family.
Mas os melhores atores nesse elenco secundário são sem dúvida Justin Timberlake, saindo de seus papeis de garotão mais óbvios para um papel de um puro imbecil (prepare-se para morrer de rir na cena de sexo), e Lucy Punch como professora rival e completo oposto da protagonista.
A única parte sem graça dos personagens coadjuvantes são as crianças, que não passam dos clichês clássicos de todo filme de escola. Temos a patricinha versão miniatura de Cameron Diaz, o garoto sensível aspirante a poeta, a CDF que faz tudo pra agradar os professores, e a boa adição de um sósia mirim de Robert Pattinson, carinhosamente apelidado de “Twilight”.

Com esse bom elenco de apoio e um papel bastante diferente para Diaz, a motivação estapafúrdia da trama acaba se tornando palpável, o que resulta em boas e longas risadas.
Os clichês do final ainda estão lá, na forma das lições aprendidas e epifanias puritanas, mas a personagem, felizmente, continua a mesma mulher perigosa com olhar de ressaca e Louboutins destruídos em cima da mesa. As lições foram aprendidas, mas as atitudes não mudaram.
Veredito:
Ótima comédia, garantia de boas risadas. Definitivamente recomendo. Mas não espere nada revolucionário.
domingo, 3 de julho de 2011
Análise: Transformers O Lado Oculto Da Lua

O velho ditado é então, verdade, no fundo do poço só se pode ir pra cima. Mas Transformers está longe de ser perfeito, alguns dos velhos problemas ainda existem, por exemplo, algumas coisas ainda não fazem o menor sentido, como, por que é que Sam (o herói) um cara que salvou o mundo duas vezes, foi escolhido como elo entre os humanos e uma raça alienígena, recebeu uma medalha do presidente e tem um aparente dom em conquistar mulheres muito gostosas ainda é o mesmo trapalhão do primeiro filme e ainda não consegue nem um emprego? Ou por que é que quando um Autobot muito antigo volta à vida ele fala com os humanos sem a menor curiosidade pra saber o que são essas coisinhas de carne querendo mandar em alguma coisa?

Somando isso a alguns alívios cômicos pobres e deslocados temos uma formula para um filme medíocre. Mas pelo lado bom, em tudo que Michael Bay perde em desenvolvimento de personagens e história ele mais que compensa nas cenas de ação. Pois se ele pode ser considerado um cineasta fraco nos primeiros quesitos é nas sequencias de ação que ele se mostra um verdadeiro gênio e poucos outros diretores têm seus mesmos atributos.
No terceiro ato, com a cidade destruída, cenas de luta entre os robôs gigantes e em prédios caindo entraram para a história como algumas das mais frenéticas e cheias de ação que o cinema tem a oferecer. E até a história está palpável dessa vez.

Se Michael Bay mantiver sua palavra que esse era seu último filme de Transformers, ele saiu com grande estilo. Transformers 3, assim como Carros 2, são as melhores continuações que saíram esse ano, não por serem em si filmes muito bons, mas por melhorarem consideravelmente seus predecessores.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Análise: Carros 2
John Lasseter tem uma longa vida na direção de Animações da Disney e Pixar, foi dele que veio os ótimos Toy Story e o mediano Vida de Inseto. Mas também é dele a rara mancha no histórico da Pixar, Carros.
Carros foi uma boa idéia e tenho que admitir que por os olhos no para-brisas em vez de nos faróis como geralmente era feito nas outras animações foi genial. Mas nem tudo era verde em Radiator Springs.
Carros foi um filme chato e não tão engraçado que trouxe uma história já manjada e feita várias vezes ao longo dos anos. A história do famoso arrogante que é obrigado a baixar a bola e assim aprende uma lição de humildade, se redime e assim supera seus obstáculos e fica mais rico e famoso ainda, mas agora sem a parte da arrogância já é tão clichê que chega a dar nojo.
Por isso, com o anúncio de Carros 2 eu pensei que a Pixar, que estava indo melhor que nunca depois de lançar três grandes e lindos filmes seguidos, atingiu o inevitável ponto onde as coisas começavam a desmoranar. Afinal, depois do todo só vem a queda, e parecia que a luz de Luxo Jr estava pra se apagar.
Fui assistir ao filme com o único objetivo de ver o curta com os bonecos de Toy Story que tem antes dele, curta que aliás, perdi porque cheguei atrasado. Mas imagine minha surpresa quando o filme acabou sendo bom.

Todas as falhas do primeiro foram concertadas, Relâmpago McQueen já aprendeu a sua lição e pode dar lugar a verdadeira estrela do filme, Mate, o caminhão guincho caipira que roubou a cena no primeiro filme e conquistou o coração de muitos (menos eu, que nunca gostei dele) volta nesse filme que consegue conquistar até os mais amargos (sim, eu comecei a gostar dele).
Dessa vez o caipira entra sem querer numa intriga internacional com uns carros da inteligência britânica à lá James Bond. E é justamente isso que faz o filme tão bom, como Kung Fu Panda 2 provou nesse mesmo ano, filmes de animação tem a capacidade de fazerem cenas de ação bem mais fantásticas, já que não tem que se ater a besteiras como leis da física. Só num filme como esse batidas de carro poderiam ser tão dramáticas como um genocídio e inimigos gigantes podem existir. Se eles colocassem aquele enorme navio cargueiro como o grande vilão do filme em vez de fazer a reviravolta estapafúrdia que tentaram o filme talvez seria melhor, mas está bom como está.

Pois é, parece que afinal a Pixar ainda não atingiu o ponto de deslize de sua carreira, embora não seja nem de longe tão bom quanto Wall-E, Up ou Toy Story 3, Carros 2 não deixa muito a desejar. E conseguiu até me animar pra a chegada de Monstros S.A. 2, outra sequência que julgava desnecessária.
domingo, 1 de maio de 2011
Análise: Deixe-Me Entrar
Pra mim, a história do primeiro livro do escritor de terror sueco John Ajvide Lindqvist, que foi adaptado tanto para o filme também sueco Deixa Ela Entrar (Låt den rätte komma in, 2008), como para seu remake hollywoodiano Deixe-Me Entrar (Let Me In, 2010, no Brasil 2011) é a história de vampiro perfeita.
Isso se dá porque ele reúne duas características que deveriam estar presentes em todos os filmes das criaturas da noite: 1) Violência, principalmente psicológica, um pouco gráfica, mas só quando é realmente necessário; 2) Uma história pesada, nada de tentar humanizar os monstros, sentimentos nobres como o amor podem ser retratados, mas sem deixar aqueles que os sentem bestas;
E são justamente nessas duas que se encontra a primazia do filme, raramente um remake americano de um filme europeu fica tão bom quanto o original, e mais raro ainda é quando esse remake supera seu original, mas foi isso que aconteceu nesse caso.
O filme conta a história de Owen (Oskar, no original) um menino de 12 anos pequeno, pálido, estranho e com dificuldades para se socializar, e por isso sofre bullying todos os dias de alguns valentões na escola. Um dia ele conhece Abby (Chloe Moretz, papel que no original era Eli) uma menina da mesma idade bastante diferente que acabou de se mudar com o que parece ser seu pai. Owen vê em Abby, uma versão feminina dele mesmo, com o mesmo ar estranho e anti-social, a primeira coisa que ela diz é que eles não podem ser amigos, mas o tempo vai cuidar para que eles acabem se apaixonando. Ao mesmo tempo que assassinatos misteriosos começam à acontecer nos arredores.

A diferença mais obvia entre esse e o filme sueco é que os americanos tem muito mais verba para investir em seus filmes, e por isso, as poucas cenas violentas ficam bem mais dinâmicas. Mas onde está a sua virtude também está a sua maior dificuldade, o dinamismo dos filmes americanos acaba estragando uma das melhores cenas do filme, a da piscina, por tentar ser rápida demais ou emocionante demais. Os cineastas dos Estados Unidos em geral não conseguem entender e muito menos reproduzir a beleza de um ângulo estático e sem cortes.
A história também foi vítima do puritanismo de hollywood, que resolveu ignorar por completo o segmento que explica que a menina vampira na verdade foi um menino castrado. Mas isso era de se esperar, afinal o público não reagiria bem de forma alguma.
Tirando só esses dois aspectos, o filme não deixa nada a desejar, e é sem dúvida, uma das melhores histórias de vampiro da década, dando um banho no novo culto de vampiro-bonitinho que se formou nos últimos anos.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Tá Na Hora Das Coisas Mudarem
domingo, 3 de abril de 2011
Análise: O Fim do Exploitation

segunda-feira, 21 de março de 2011
Análise: O Patriota e a Espiã


domingo, 6 de março de 2011
Análise: Gnomeu e Julieta


quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Análise: AVATAR
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Análise: O Inimigo Agora é Outro
domingo, 17 de outubro de 2010
Análise: O Escafandro e a Borboleta



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