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sábado, 9 de julho de 2011

Artigo: Os 50 Melhores Filmes Da Minha Vida Parte 6

De 20 a 16


20) Bastardos Inglórios (Inglorious Basterds, 2009, de Quentin Tarantino)


Sem dúvida o melhor filme de Quentin Tarantino, onde ele nada menos que reescreve a história do holocausto fazendo com que o momento mais tenso da história do mundo se torne um dos melhores filmes da história. E ainda presenciamos uma incrível interpretação de Christoph Waltz como o vilão, que exalava maldade em francês, inglês, alemão, italiano e até em copos de leite.





19) Requiem Para Um Sonho (Requiem For A Dream, 2000, de Darren Aronofsky)


Você já se perguntou porque nunca mais viu um filme sobre drogados no cinema? Porque Requiem Para Um Sonho já foi feito, e qualquer outro filme sobre drogados que fosse feito seria inevitavelmente comparado a esse, e nunca, jamais, poderia ganhar. Do grande diretor que foi recentemente indicado a um Oscar por Cisne Negro, esse foi o seu segundo trabalho e o que o fez entrar nos bons olhos da humanidade, e ele não decepcionou depois disso, até porque continuou trabalhando com Clint Mansel, o compositor que fez a música tema desse filme, tão icônica e pesada que até hoje é usada em diversos trailers.



18) A Rede Social (The Social Network, 2010, de David Fincher)


A história da criação do facebook. Da primeira vez que você escuta isso pode parecer uma besteira ou uma porcaria, mas essa história é na verdade cheia de intrigas, traições e brigas, o que acabou em um filme fantástico. É o segundo filme de David Fincher nessa lista, faltam dois.






17) Moulin Rouge – Amor em Vermelho (Moulin Rouge, 2001, de Baz Luhrman)


O melhor musical que eu já vi, usando musicas conhecidas, como Like A Virgin de Madonna e Your Song de Elton John e colocando em uma história tão fantástica e inusitada que faz com que parecessem musicas totalmente novas. Com as belas vozes de Ewan McGregor e Nicole Kidman, e sob a tutela do ótimo Baz Luhrman, um filme inesquecível.





16) O Grande Ditador (The Great Dictator, 1940, de Charles Chaplin)


Charles Chaplin é um dos grandes nomes do cinema da história e essa é uma de suas melhores obras. Onde ele interpreta o ditador Hynkel da Tomania, qualquer coincidência com Hitler é mera semelhança mesmo, e um barbeiro Judeu que é perseguido por seu regime. Um dos finais mais belos de todos os filmes, com um dos melhores discursos já realizado.






A Seguir: 15 - 11

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Artigo: Os 50 Melhores Filmes Da Minha Vida Parte 5

De 25 a 21


25) O Estranho Mundo De Jack (The Nightmare Before Christimas, 1993, de Henry Selick)


Uma idéia para um poema que veio quando Tim Burton viu as vitrines de uma loja mudando do tema de Halloween para o tema de Natal acabou se tornando um deliciosa viagem numa terra misteriosa, onde cada feriado tem sua cidade e o grande astro da cidade do halloween está triste e quer algo mais interessante para coordenar, como o natal.






24) Forrest Gump – O Contador de Histórias (Forrest Gump, 1994, de Robert Zemeckis)


A história de um homem que atravessa a história e testemunha coisas cuja grandeza ele mal reconhece, um homem, não tão inteligente como nós, mas que tocou a vida de tantas pessoas, seja dentro ou fora do filme, e mal sabe disso. Corra Forrest!






23) A Origem (Inception, 2010, de Christopher Nolan)


Uma história de assalto dentro da mente humana, onde existe uma máquina que pode fazer você entrar e coordenar os sonhos de suas vítimas. E como estamos na terra dos sonhos, as leis da física não mais se aplicam. Então dale prédios girando, explosões magnificas, águas inundando salões e cidades fechando como uma carteira. Muitos vão reclamar que não coloquei a origem como o melhor filme de Nolan e muitos outros vão reclamar que está muito embaixo na lista. Mas chegamos em um ponto em que todos os filmes são fantásticos, e Inception faz jus a esse adjetivo.




22) Chicago (2002, de Rob Marshall)


Rob Marshall é um diretor relativamente novato, só tem 4 filmes na carreira, mas todos são bons (salvo Nine, que pode ser questionado), e sem dúvida esse é o melhor. A histórias das duas beldades que acabam na prisão feminina onde lutam por atenção e liberdade nunca vai ficar velha.






21) Seven – Os Sete Crimes Capitais (Seven, 1995, de David Fincher)


Todos que me conhecem sabem como eu idolatro David Fincher, e não seria uma surpresa pra ninguém que ele fosse o diretor mais presente nessa lista, e ele realmente é, pois tem 4 entradas nessa lista, seguido de perto por Christopher Nolan com 3. O primeiro filme está aqui, só falta esperar ver aonde estão os outros. Não vou nem falar da história desse porque se vc não conhece você merece morrer.





A Seguir: 20 a 16

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Artigo: Os 50 Melhores Filmes Da Minha Vida Parte 4

De 30 a 26


30) Pulp Fiction – Tempo de Violência (Pulp Fiction, 1994, de Quentin Tarantino)


Várias histórias interligadas e conectadas por uma coisa em comum, VIOLÊNCIA da mais pura e sanguinolenta, do jeito que o diretor Quentin Tarantino sabe fazer direito. Aqui estão suas marcas registradas, a loucura de suas cenas bizarras e icônicas e os diálogos, ah, os diálogos, sempre tão marcantes e reais. Um belo filme e o segundo melhor filme do diretor, qual será o primeiro?





29) Notas Sobre Um Escândalo (Notes On A Scandal, 2003, de Richard Eyre)


O filme que me fez cair de amores pela que até hoje considero a melhor atriz de todas, Cate Blanchett. E ela estava muito bem acompanhada por outros dois grandes atores da terra da rainha, Judi Dench e Bill NIghy. Deram vida a essa fantástica história sobre uma professora que faz um escândalo quando tem um caso com um aluno.





28) Inimigos Públicos (Public Enemies, 2009, de Michael Mann)


Ver Christian Bale e Johnny Depp no mesmo filme é um sonho que felizmente se realizou com a maestria da direção de outra grande mestre do cinema: Michael Mann. Mafiosos de chapeuzinho e metralhadora Thompson nunca foram tão estilosos.






27) Procurando Nemo (Finding Nemo, 2003, de Andrew Stanton e Lee Unkrich)


Pra mim, mesmo com as lindas histórias do velhinho na casa voadora, dos brinquedos caindo no fogo e do robozinho que não sabe falar, a melhor animação da Pixar ainda é a despreocupada e hilária aventura aquática do peixe palhaço em busca do filho com ajuda da personagem mais esquecida e ironicamente memorável da Pixar. E ter a voz de Ellen Degeneres também ajuda.





26) Ponto Final – Match Point (Match Point, 2005, de Woody Allen)


Woody Allen é famoso por fazer suas deliciosas comédias, mas quando se aventura em fazer um drama sempre faz algo fantástico. E Match Point é prova viva disso. A sua marca registrada: os aspectos da vida mundana, o fato de que tudo aquilo é plausível e que se você estivesse na mesma situação faria, ou pelo menos tentaria fazer a mesma coisa, está aqui realçada ao máximo.





A Seguir: 25-21

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Artigo: Os 50 Melhores Filmes Da Minha Vida Parte 3

De 40 a 31


40) Série Star Wars (1977, 1980, 1983, 1999, 2002, 2005, de George Lucas)


Uma obra inesperada que revolucionou a história da ficção científica no cinema e em praticamente todas as outras mídias. A Saga dos Skywalker ainda é e sempre será cultuada por jovens nerds em todo o globo e em galáxias muito distantes. Que a força esteja com você.



39) O Fantástico Sr. Raposo (Fantastic Mr. Fox, 2009, de Wes Anderson)


Um dos diretores mais diferenciados de todos, autor de obras como The Royal Tenenbaums e a Vida Marinha com Steve Zisou, fez uma das melhores animações de todos os tempos. Uma reflexão sobre a organização do mundo corporativo e a nossa natureza animal com vozes de George Clooney, Meryl Streep, Jason Schwartzman, Owen Wilson e Bill Muray.

38) Série Harry Potter (2001, 2002, 2004, 2005, 2007, 2009, 2010, 2011, de vários diretores)


Harry Potter é um fenômeno cultural sem igual que conseguiu conquistar toda uma geração, e um dos seus maiores trunfos foi que o personagem principal cresceu com os seus fãs, podemos ver suas histórias saindo da área infantil e entrando no mundo adulto, ficando mais tensas e violentas. Essas mudanças e todas as outras coisas foram traduzidas com maestria para a linguagem cinematográfica.


37) O Labirinto Do Fauno (El Laberinto Del Fauno, 2006, de Guillermo Del Toro)


Guillermo Del Toro é um mestre do terror, e nessa história que mistura cenas tenebrosas com aspectos dos contos de fada ele cria uma aventura sem igual, encantadora e aterrorizante ao mesmo tempo.




36) Senhores Do Crime (Eastern Promises, 2007, de David Cronenberg)


David Cronenberg sempre é um bom diretor e quando ele faz uma parceria com Viggo Mortensen, um ator que beira a perfeição, sempre saem filmes fantásticos como Marcas Da Violência (ótimo filme que saiu dessa lista de última hora) e esse Senhores Do Crime, um conto violento e real da máfia russa em Londres.



35) Série Bourne (2002, 2004, 2007, de Doug Liman e Paul Greengrass)


A série que provou que boas cenas de ação e inteligência não são excludentes. A história do assassino sem memória revolucionou o cinema de ação de uma forma que ainda sentimos sua influência em praticamente todos os filmes de espionagem até hoje.


34) Peixe Grande e Suas História Maravilhosas (Big Fish, 2003, de Tim Burton)


Antes de Tim Burton aparentemente perder a criatividade e só fazer adaptações ele era um belo dum contador de histórias, e esse filme é prova disso. Um dos contos modernos mais belos, com uma boa mensagem no final.



33) Lunar (Moon, 2009, de Duncan Jones)


Poucos diretores começam tão bem como o filho de David Bowie. O primeiro trabalho de Duncan Jones foi inteligente, fantástico e, embora muito bem feito, barato. Pena que foi tão barato que a Warner não se interessou em investir muito na propaganda, o que fez com que ficasse muito pouco conhecido.



32) Up – Altas Aventuras (Up, 2009, de Pete Docter e Bob Petersen)


Quando a Pixar anunciou que ia contar a história de um velho que saia voando em sua casa carregada por balões, ninguém pode deixar de pensar que eles perderam a criatividade, que já tinham dado tudo o que tinham que dar, ou que eles estavam com a bola muito alta e que esse tipo de história nunca que daria certo. Não poderíamos estar mais enganados.


31) The Rocky Horror Picture Show (1975, de Jim Sherman)


Um musical de comédia sobre casais perdidos, galegos sarados feitos de engenharia genética e alienígenas travestis. Pode parecer estranho, mas é um dos filmes mais cult da história que até hoje domina as sessões de meia noite ao redor do mundo.






A Seguir: 30-26

terça-feira, 5 de julho de 2011

Artigo: Os 50 Melhores Filmes Da Minha Vida Parte 2

50 a 41

50) Amor Sem Escalas (Up In The Air, 2009, de Jason Reitman)


Jason Reitman já vinha egresso de dois outros sucessos, Obrigado Por Fumar e Juno, mas foi nesse filme com atuações estupendas de George Clooney, Vera Farmiga e Anna Kendric que ele fez o seu melhor trabalho. Essa é a típica história que me atrai, simplesmente a história de um homem, sem objetivos extraordinários, sem precisar salvar o mundo de uma grande ameaça, só a vida de um homem.


49) Quero Ser John Malkovich (Being John Malkovich, 1999, de Spike Jonze)


Spike Jonze fez poucos filmes, mas todos com uma coisa incomum, a loucura, e nesse ela é posta a prova. Um conto de obsessão, amor e pura falta de sentido. Nele John Cusack vai trabalhar no andar 12 ½ de um prédio, onde encontra uma passagem para a mente de John Malkovich, que passa a controlar para conseguir a mulher dos seus sonhos.



48) Jogo De Poder (Fair Game, 2010, de Doug Liman)


Depois de Sr. e Sra. Smith e o primeiro Bourne, Doug Liman faz o seu filme mais sério. A história real da agente da CIA que é traída pelo governo americano por tentar fazer o que é certo, dizer a verdade sobre as motivações da guerra do Iraque, serve para Liman mostrar que sabe o que faz, com mão firme ele faz de uma história potencialmente chata, um grande drama de espionagem e intrigas.


47) Donnie Darko (2001, de Richard Kelly)


Uma das obras mais surreais do cinema, a história de um menino atordoado que é obrigado a obedecer seu amigo imaginário, um coelho gigante, quando é introduzida a idéia de viagem no tempo, destino e buracos de minhoca as coisas se complicam mais ainda. Com um jovem Jake Gyllenhaal e uma linda música de Gary Jules entoando o ótimo final.





46) Quem Quer Ser Um Milionário? (Slumdog Millionaire, 2008, de Danny Boyle)


Um dos melhores diretores em atuação Danny Boyle provou que uma pessoa pobre e com uma vida triste marcada pela violência sempre acaba resultando numa boa história, o chamativo da vez é como ele usa esse experiência pra ganhar não-sei-quantas milhões de rúpias de um game show indiano.



45) Série Toy Story (1995, 1999, 2010 de John Lasseter e Lee Unkrich)


A Pixar conseguiu mostrar para os adultos o que toda a criança já sabia, nossos brinquedos são nossos melhores e mais fiéis amigos, e estarão conosco por todo nossa vida se quisermos. O último filme, Toy Story 3, também serviu para lembrar os adultos que animações não são coisas de criança, e podem carregar muito drama.



44) Sherlock Holmes (2009, de Guy Ritchie)


Robert Downey Jr. é um grande ator que quase perdemos para o vício, mas ele voltou com tudo em Homem de Ferro, e acabou trazendo a vida outro grande viciado, o seu Sherlock Holmes foi o verdadeiro, fanfarrão, constante usuário de ópio e heroína e, antes de tudo, genial.


43) Scott Pilgrim Contra O Mundo (Scott Pilgrim vs. The World, 2010, de Edgar Wright)


Scott pilgrim é o sonho de qualquer fissurado em cultura pop e uma orgia de referências. Baseado em um quadrinho, envolto de música cheio de referências dos games que acabou sendo um ótimo filme. E tudo isso dentro de uma das histórias de amor mais criativas do modernidade, ou você acha que a liga dos ex-namorados do mal não foi nada demais?


42) Avatar (2009, de James Cameron)


James Cameron já era o rei do mundo depois de Titanic, mas agora já se tornou o Deus de Pandora depois de Avatar que foi o maior sucesso da história do cinema. Uma história simples em um mundo complexo, acima de tudo, Avatar cativa, se tornando uma experiência sem igual no cinema.


41) O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin D’Amélie Poulain, 2001, de Jean Pierre Jeunet)


O filme em língua não inglesa de maior sucesso nos Estados Unidos, e bem merecidamente. Amélie é uma bela e divertida experiência, da qual ninguém sairá sem um sorriso no rosto.





A Seguir: 40-31

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Artigo: Os 50 Melhores Filmes Da Minha Vida Parte 1



Introdução

Nessa semana, me deu ao trabalho de escolher os 50 filmes que, por diversos motivos, marcaram minha vida. A lista será publicada num total de 16 posts, o primeiro com o filme 50 ao 41; o segundo do 40-31; o terceiro do 30-26; o quarto do 25-21; o quinto do 20 ao 16; o sexto do 15 ao 11; e cada um do Top 10 com um só post.

Que fique claro que fiz essa lista o melhor que pude, tentei colocar filmes novos e antigos, porém acessíveis, não será dificil de encontrar nenhum desses para assistir. Como sempre digo, sou contra o culto de que só as coisas antigas são realmente boas, quase a totalidade da lista se concentra na década passada.

Também não sou perfeito e sou apenas uma pessoa, não assisti alguns filmes que sei que são fantásticos, como Edward Mãos De Tesoura, Bonnie & Clyde e Um Sonho de Liberdade, e talvez se tivesse assistido, a lista seria diferente.

Portanto, não tenho nenhuma vontade de publicar a lista definitiva, por isso que o nome da série de artigos é "Os 50 Melhores Filmes Da MINHA VIDA". Quem sabe no futuro, não publique uma lista atualizada.

Mas por enquanto, aproveitem.

A Seguir: 50-41

domingo, 3 de julho de 2011

Análise: Transformers O Lado Oculto Da Lua



Transformers 3, junto com Carros 2 é a prova de que ir ao cinema com expectativas tão baixas que são quase abaixo de zero quase sempre resultará em experiências razoáveis. Com um primeiro filme bem ruinzinho, e o segundo sendo provavelmente uma das 10 piores adaptações de qualquer coisa da história do cinema, realmente era muito difícil fazer um filme ainda pior.

O velho ditado é então, verdade, no fundo do poço só se pode ir pra cima. Mas Transformers está longe de ser perfeito, alguns dos velhos problemas ainda existem, por exemplo, algumas coisas ainda não fazem o menor sentido, como, por que é que Sam (o herói) um cara que salvou o mundo duas vezes, foi escolhido como elo entre os humanos e uma raça alienígena, recebeu uma medalha do presidente e tem um aparente dom em conquistar mulheres muito gostosas ainda é o mesmo trapalhão do primeiro filme e ainda não consegue nem um emprego? Ou por que é que quando um Autobot muito antigo volta à vida ele fala com os humanos sem a menor curiosidade pra saber o que são essas coisinhas de carne querendo mandar em alguma coisa?


Somando isso a alguns alívios cômicos pobres e deslocados temos uma formula para um filme medíocre. Mas pelo lado bom, em tudo que Michael Bay perde em desenvolvimento de personagens e história ele mais que compensa nas cenas de ação. Pois se ele pode ser considerado um cineasta fraco nos primeiros quesitos é nas sequencias de ação que ele se mostra um verdadeiro gênio e poucos outros diretores têm seus mesmos atributos.

No terceiro ato, com a cidade destruída, cenas de luta entre os robôs gigantes e em prédios caindo entraram para a história como algumas das mais frenéticas e cheias de ação que o cinema tem a oferecer. E até a história está palpável dessa vez.


Se Michael Bay mantiver sua palavra que esse era seu último filme de Transformers, ele saiu com grande estilo. Transformers 3, assim como Carros 2, são as melhores continuações que saíram esse ano, não por serem em si filmes muito bons, mas por melhorarem consideravelmente seus predecessores.